4 de março de 2012
Reflexões
Viajar pelo mundo para conhecer novas culturas, descobrir agradáveis lugares escondidos e ser pago para isso. Qual é a fórmula?
28 de dezembro de 2011
Opções
Parece que a Croácia é bem mais legal do que diz a primeira impressão...
Plitvice Lakes
Istria
Dubrovnik
Istria
26 de dezembro de 2011
Aussies tours
Bom, para início de conversa fica difícil selecionar o que contar sobre a Austrália. Absolutamente tudo foi ótimo e perfeito, e a vontade era a de ficar por lá e aproveitar muito mais. Mas temos algumas experiências que podem ser classificadas como ainda mais imperdíveis:
1. The Colonial Tramcar em Melbourne: um jantar com entrada, 1o prato, 2o prato, queijos, sobremesa, café e bebidas a vontade (incluindo vinhos) dentro de um bonde clássico, passeando pelas ruas da cidade. Incrível!
2. Barzinho à noite aos pés da Opera House (Sydney) curtindo o visual (Habour Bridge e baía de Sydney de um lado, e Opera House do outro), boa comida, cerveja gelada e uma animada música ao vivo, com direito ainda a céu estrelado e lua.
3. Passeios pelas vinícolas (Hunter Valley, Yarra Valley, Mornington Peninsula)... vinhos excelentes e ótimos restautantes (serviço, visual e paladar)!
4. Barreira de Coráis: indescritível
5. Featherdale: alguém já pensou um dia em abraçar um Coala e em alimentar um canguru?
6. Blue Mountains: cenários deslumbrantes
7. Aquário de Melbourne: pinguins, mergulhos com tubarões, etc.
8. Royal Botanic Gardens (Sydney): depois de um passeio por ali o parque do Ibirapuera perde toda a sua graça.
9. Philip Island: ver os pinguins caminharem naturalmente pela praia no fim do dia em direção aos seus ninhos, mesmo debaixo de chuva e vento - não tem preço!
10. Great Ocean Road: valem alguns dias de viagem para explorar cada maravilha deste lugar.
Etc, etc, etc.
Este foi apenas um começo. Posteriormente voltarei para dar algumas dicas mais objetivas e para descrever mais atrações.
1. The Colonial Tramcar em Melbourne: um jantar com entrada, 1o prato, 2o prato, queijos, sobremesa, café e bebidas a vontade (incluindo vinhos) dentro de um bonde clássico, passeando pelas ruas da cidade. Incrível!
2. Barzinho à noite aos pés da Opera House (Sydney) curtindo o visual (Habour Bridge e baía de Sydney de um lado, e Opera House do outro), boa comida, cerveja gelada e uma animada música ao vivo, com direito ainda a céu estrelado e lua.
3. Passeios pelas vinícolas (Hunter Valley, Yarra Valley, Mornington Peninsula)... vinhos excelentes e ótimos restautantes (serviço, visual e paladar)!
4. Barreira de Coráis: indescritível
5. Featherdale: alguém já pensou um dia em abraçar um Coala e em alimentar um canguru?
6. Blue Mountains: cenários deslumbrantes
7. Aquário de Melbourne: pinguins, mergulhos com tubarões, etc.
8. Royal Botanic Gardens (Sydney): depois de um passeio por ali o parque do Ibirapuera perde toda a sua graça.
9. Philip Island: ver os pinguins caminharem naturalmente pela praia no fim do dia em direção aos seus ninhos, mesmo debaixo de chuva e vento - não tem preço!
10. Great Ocean Road: valem alguns dias de viagem para explorar cada maravilha deste lugar.
Etc, etc, etc.
Este foi apenas um começo. Posteriormente voltarei para dar algumas dicas mais objetivas e para descrever mais atrações.
Colonial Tramcar
24 de dezembro de 2011
É casca!
Você procura algum lugar agradável perto de São Paulo, mas que não lembra em nada São Paulo? Então tenho 2 sugestões interessantes...
A primeira alternativa é mais uma curiosidade do que um passeio propriamente dito. Mas você sabia que se prosseguir por vários quilômetros pela Av. Interlagos, passando por Parelheiros, Jd. Angelina, Campo Belo, etc., você chegará em uma estrada com Araucárias, plantações de alfaces, loja com doces de minas, pastos, etc? Apesar de curioso o local, a região não é das mais seguras. Portanto, para ir para lá é preciso algum planejamento e luz do dia!
Agora vamos ao que interessa: em São Roque há um restaurante chamado de Cascudo. Com comida brasileira e outras, o lugar é agradável, com um visual legal e boas opções no cardápio! Para quem quer mudar de ares por apenas 1 dia, é uma ótima opção. E ainda é possível tirar um cochilo após a refeição nas redes ao ar livre que o restaurante disponibiliza em seu jardim! Aconselho ir pela Castelo Branco, pois a Raposo, além de ter vários trechos de congestionamento, possui velocidade máxima limitada a 80 por hora.
A primeira alternativa é mais uma curiosidade do que um passeio propriamente dito. Mas você sabia que se prosseguir por vários quilômetros pela Av. Interlagos, passando por Parelheiros, Jd. Angelina, Campo Belo, etc., você chegará em uma estrada com Araucárias, plantações de alfaces, loja com doces de minas, pastos, etc? Apesar de curioso o local, a região não é das mais seguras. Portanto, para ir para lá é preciso algum planejamento e luz do dia!
Agora vamos ao que interessa: em São Roque há um restaurante chamado de Cascudo. Com comida brasileira e outras, o lugar é agradável, com um visual legal e boas opções no cardápio! Para quem quer mudar de ares por apenas 1 dia, é uma ótima opção. E ainda é possível tirar um cochilo após a refeição nas redes ao ar livre que o restaurante disponibiliza em seu jardim! Aconselho ir pela Castelo Branco, pois a Raposo, além de ter vários trechos de congestionamento, possui velocidade máxima limitada a 80 por hora.
Restaurante Cascudo
23 de novembro de 2011
Alternativa ao Bixiga
Um rápido comentário sobre dois locais muito bons de São Paulo:
1. Carambolla: fechado desde setembro, dizem que os donos saíram fugidos. Uma pena, pois gostávamos muito de lá.
2. Buttina: há cerca de 10 dias jantamos neste restaurante localizado na João Moura. Quem olha a frente da casa amarela não imagina o visual do lugar, incluindo a jabuticabeira que adentra pelo salão dos fundos. A comida estava excepcional. Há muito tempo que não comíamos uma massa de cantina tão boa. Não deixem de provar o spaghettini de cacao com molho de mascarpone e presunto parma! E para o vinho, coloquei em prática uma das lições aprendidas na Austrália: perguntei ao sommelier e recebi uma excelente indicação!
1. Carambolla: fechado desde setembro, dizem que os donos saíram fugidos. Uma pena, pois gostávamos muito de lá.
2. Buttina: há cerca de 10 dias jantamos neste restaurante localizado na João Moura. Quem olha a frente da casa amarela não imagina o visual do lugar, incluindo a jabuticabeira que adentra pelo salão dos fundos. A comida estava excepcional. Há muito tempo que não comíamos uma massa de cantina tão boa. Não deixem de provar o spaghettini de cacao com molho de mascarpone e presunto parma! E para o vinho, coloquei em prática uma das lições aprendidas na Austrália: perguntei ao sommelier e recebi uma excelente indicação!
16 de novembro de 2011
Questões
2012 certamente será um ano curto em função de todos os destinos que queremos visitar...
. Califórnia
. Canadá (no mínimo costa oeste, geleiras, Toronto e Quebec)
. Croácia
. Chile
Pouco provável, mas não ficaríamos nada tristes em visitar Inglaterra, Suécia, Nova Zelândia e novamente a Austrália.
Enquanto ficamos com estas questões, prepararei algumas postagens sobre os Aussies.
No worries!
. Califórnia
. Canadá (no mínimo costa oeste, geleiras, Toronto e Quebec)
. Croácia
. Chile
Pouco provável, mas não ficaríamos nada tristes em visitar Inglaterra, Suécia, Nova Zelândia e novamente a Austrália.
Enquanto ficamos com estas questões, prepararei algumas postagens sobre os Aussies.
No worries!
3 de novembro de 2011
Rapidinhas da Austrália
Olá pessoal!
Uma breve prévia sobre a viagem.
1 - Dica: Jamais, nem que seja a última opção, voe pela TAM Mercosur. Para quem não sabe, é a empresa paraguaia que a TAM comprou. O prefixo dos vôos é o PZ. Para começar, não é permitido marcar o lugar com antecedência. Só na hora do check-in no aeroporto. A tripulação era um desastre.
2 - Para conhecimento: A Austrália é longe. E só. O vôo da Qantas via Buenos Aires é ótimo. É longo e demora um pouco, mas dá para encarar numa boa.
Depois colocarei alguns relatos da viagem, que só não foi mais perfeita porque acabou.
Uma breve prévia sobre a viagem.
1 - Dica: Jamais, nem que seja a última opção, voe pela TAM Mercosur. Para quem não sabe, é a empresa paraguaia que a TAM comprou. O prefixo dos vôos é o PZ. Para começar, não é permitido marcar o lugar com antecedência. Só na hora do check-in no aeroporto. A tripulação era um desastre.
2 - Para conhecimento: A Austrália é longe. E só. O vôo da Qantas via Buenos Aires é ótimo. É longo e demora um pouco, mas dá para encarar numa boa.
Depois colocarei alguns relatos da viagem, que só não foi mais perfeita porque acabou.
10 de setembro de 2011
Gramado
Enquanto nos arrumamos para ir para o outro lado do mundo, Austrália, deixo aqui algumas palavras rápidas sobre a nossa viagem do ano de 2010: Gramado e Canela!
Em breve pretendo publicar mais um texto com algumas impressões obtidas e fotos, mas ficam aqui algumas dicas para quem pretende passar alguns dias por lá:
E não poderia encerrar esta postagem sem comentar do passeio pelo Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves. Para os amantes do vinho, uma grande tentação. Deve ser considerada até mesmo a possibilidade de hospedagem no próprio Vale dos Vinhedos para um melhor aproveitamento das degustações. Segue o nosso roteiro de visitas: Miolo, Cave de Pedra, Marco Luigi e Pizzato. Recomendo ainda que seja escolhida e visitada uma vinícola desconhecida (e fora dos roteiros dos grandes ônibus turísticos) para que se possa ter a oportunidade de se ter uma agradável e surpreendente descoberta!
Em breve pretendo publicar mais um texto com algumas impressões obtidas e fotos, mas ficam aqui algumas dicas para quem pretende passar alguns dias por lá:
- Mini mundo: bom para crianças e aficcionados por miniaturas. Para demais adultos, não há o mesmo encanto.
- Parque do Caracol: muito bom para caminhadas. Se estiverem preparados, vale a pena descer a escadaria e conhecer a cachoeira. Bom para pique-niques.
- Parque da Ferradura: bom para caminhadas e vistas espetaculares.
- Templo budista: acesso no caminho para São Francisco de Paula. Lugar muito tranquilo, para relaxamento, meditação e contemplação. Altamente recomendável!
- Alpen Park: para quem gosta de parques de diversão. O trenó é divertido mas dura pouco tempo. Cartões Itaú oferecem descontos.
- Lago Negro: para os saudosistas e românticos que ainda curtem um passeio de pedalinho em meio a patos.
- Aldeia do Papai Noel: belas vistas. Encantador para as crianças. Interessante para adultos.
- Museu Hollywood Dream Cars: para os aficcionados por carros. Cadilacs, rabos de peixe, etc. Diversos clássicos expostos.
- Museu medieval: altamente dispensável. A não ser que você seja fanático por ficar observando facas e brasões.
- Gramado Zoo: muito interessante! Na entrada, um grande viveiro permite caminharmos em meio a pássaros soltos. Lugar bem cuidado e animais bem tratados. No fim, podem ser observados pinguins.
- Casa do Colono: caso você ainda aguente contemplar guloseimas no fim da viagem, local com diversas opções de compras (doces, linguiças, etc.)
- Rua Coberta: alguns barzinhos e lojas.
- Cafés coloniais: não achamos que vale a pena. Muita comida pouco saudável e gordurosa.
- Belle du Valais: restaurante com ambiente bem pesado, clássico e formal. Para os mais tradicionais, um local interessante. A comida é boa. Mas se a intenção é ter uma experiência romântica e diferente para pedidos de casamento, não acho que seja este o local adequado.
- Bouquet Garni: ambiente bem mais leve do que o Belle du Valais. Cardápio oferece opções mais exóticas. Porém não chegamos a ir lá para constatar a qualidade do serviço.
- Le Chalet de La Foundue: espetacular! Todos os 3 tipos: queijo, carne na pedra e chocolate. Para passar mal e não ficar com remorso!
- Josephina: charmoso café ao lado da igreja de pedra.
- Cantina Pastasciutta: não sei se foi pela fome do dia da chegada, mas talvez tenha sido o melhor restaurante onde comemos.
- Galeteria Mamma Mia: muita comida. Programa tradicional em Gramado. Porém, ao contrário dos cafés coloniais, trata-se de uma opção que merece uma visita.
- Cantina 28: Restaurente de polentas em Canela. Tem que fazer reserva antes. Altamente recomendável, muito bom mesmo.
E não poderia encerrar esta postagem sem comentar do passeio pelo Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves. Para os amantes do vinho, uma grande tentação. Deve ser considerada até mesmo a possibilidade de hospedagem no próprio Vale dos Vinhedos para um melhor aproveitamento das degustações. Segue o nosso roteiro de visitas: Miolo, Cave de Pedra, Marco Luigi e Pizzato. Recomendo ainda que seja escolhida e visitada uma vinícola desconhecida (e fora dos roteiros dos grandes ônibus turísticos) para que se possa ter a oportunidade de se ter uma agradável e surpreendente descoberta!
29 de agosto de 2011
Bixiga
Em um certo final de semana em São Paulo, em meio a mais um feriado, resolvemos almoçar em alguma tradicionalíssima cantina do Bixiga. Resultado: uma completa decepção.
Fomos na cantina Concheta, na Rui Barbosa. Na porta uma recepcionista vestida com trajes típicos e forçadamente simpática apresentava as características do almoço. Como não queríamos comer muito, estávamos imaginando pedir massas individuais. Mas a moça nos informou que pelo mesmo preço de um prato poderíamos comer o festival, o qual incluía qualquer massa e molho do cardápio e o buffet de frios.
Lá dentro observamos as instalações velhas e pessimamente conservadas. Com relação ao buffet, fiquei imaginando há quantos meses aquela comida estava ali exposta. E sobre as massas e molhos, descobrimos depois que na verdade não poderíamos escolher qualquer opção. E lógico que a opção que queríamos (com molho pesto) estava fora da lista do festival. A única coisa boa, se é que podemos falar assim, foi o pão italiano (da Basilicata).
O triste é a percepção de que não se trata de apenas um caso isolado. A impressão é de que de um modo geral atualmente a maioria das casas do Bixiga se encontram nesta mesma situação. Demoramos a escolher um lugar até decidir entrar na Concheta. Uma grande e lamentável decepção.
Então fica aqui a dica: se quiser comer uma boa massa em São Paulo, fuja do Bixiga e parta para os locais turisticamente mais badalados (ou seja, vale a pena consultar revistas e comentários mais recentes como as postagens da Veja São Paulo por exemplo).
Fomos na cantina Concheta, na Rui Barbosa. Na porta uma recepcionista vestida com trajes típicos e forçadamente simpática apresentava as características do almoço. Como não queríamos comer muito, estávamos imaginando pedir massas individuais. Mas a moça nos informou que pelo mesmo preço de um prato poderíamos comer o festival, o qual incluía qualquer massa e molho do cardápio e o buffet de frios.
Lá dentro observamos as instalações velhas e pessimamente conservadas. Com relação ao buffet, fiquei imaginando há quantos meses aquela comida estava ali exposta. E sobre as massas e molhos, descobrimos depois que na verdade não poderíamos escolher qualquer opção. E lógico que a opção que queríamos (com molho pesto) estava fora da lista do festival. A única coisa boa, se é que podemos falar assim, foi o pão italiano (da Basilicata).
O triste é a percepção de que não se trata de apenas um caso isolado. A impressão é de que de um modo geral atualmente a maioria das casas do Bixiga se encontram nesta mesma situação. Demoramos a escolher um lugar até decidir entrar na Concheta. Uma grande e lamentável decepção.
Então fica aqui a dica: se quiser comer uma boa massa em São Paulo, fuja do Bixiga e parta para os locais turisticamente mais badalados (ou seja, vale a pena consultar revistas e comentários mais recentes como as postagens da Veja São Paulo por exemplo).
19 de agosto de 2011
Praia do Forte - Dia 8
Depois de quase 2 anos de postagens, eis que chegamos ao último dia de curtição, descanso e férias na Praia do Forte!
Eu jamais poderia parar de escrever sobre este local paradisíaco sem antes falar sobre a praia do porto. Normalmente não são encontrados muitos comentários sobre este trecho, ponto de início para todas as caminhadas litorâneas (praia do resort, Projeto Tamar, praia do Lord e Papa-Gente).
Se você gosta mesmo é de mergulhar e nadar de corpo inteiro em águas limpas, cristalinas e calmas, com direito a colocar o pé na areia sem risco de pisar em corais, então este é o ponto! Logicamente que por se tratar de um porto, estas características são um pouco óbvias. Mas diante de tantos encantos e tentações, muitas vezes nos esquecemos de observar o mais simples...
Acordamos no último dia e resolvemos dar um rápido mergulho na praia do porto para nos despedirmos da viagem e do mar. Foi uma ida despretenciosa, dado que a idéia era a de sermos os mais ágeis possíveis. Não sei se foi pela baixa expectativa que tínhamos criado ou se foi realmente pela qualidade do lugar, mas assim que mergulhei tive até mesmo uma ponta de frustração por não ter aproveitado mais daquele lugar nos dias anteriores. Mesmo sendo um porto (para barcos pequenos), estava tudo tranquilo e limpo!
Antes de irmos embora, uma última refeição. Pedi uma moqueca de camarão no restaurante logo ao lado da pousada (não na pousada, mas ao lado, em direção oposta à da praia). Apesar de não ter sido uma experiência desasgradável (longe disso), não foi dos melhores pratos que comi. Não sei se foi pela qualidade do mesmo, pela grande expectativa ou por eu já estar um pouco cansado de tanta comida baiana (o que acho uma hipótese bem improvável)...
E por fim vale a pena comentar sobre uma opção na rua de trás, atrás do Subway. Conversamos rapidamente com a cozinheira durante a semana e tivemos a impressão de se tratar de um lugar de boa qualidade e preços mais baixos. Mas em nenhum dia de nossa viagem conseguimos sentar lá para provar os seus pratos.
Eu jamais poderia parar de escrever sobre este local paradisíaco sem antes falar sobre a praia do porto. Normalmente não são encontrados muitos comentários sobre este trecho, ponto de início para todas as caminhadas litorâneas (praia do resort, Projeto Tamar, praia do Lord e Papa-Gente).
Se você gosta mesmo é de mergulhar e nadar de corpo inteiro em águas limpas, cristalinas e calmas, com direito a colocar o pé na areia sem risco de pisar em corais, então este é o ponto! Logicamente que por se tratar de um porto, estas características são um pouco óbvias. Mas diante de tantos encantos e tentações, muitas vezes nos esquecemos de observar o mais simples...
Acordamos no último dia e resolvemos dar um rápido mergulho na praia do porto para nos despedirmos da viagem e do mar. Foi uma ida despretenciosa, dado que a idéia era a de sermos os mais ágeis possíveis. Não sei se foi pela baixa expectativa que tínhamos criado ou se foi realmente pela qualidade do lugar, mas assim que mergulhei tive até mesmo uma ponta de frustração por não ter aproveitado mais daquele lugar nos dias anteriores. Mesmo sendo um porto (para barcos pequenos), estava tudo tranquilo e limpo!
Antes de irmos embora, uma última refeição. Pedi uma moqueca de camarão no restaurante logo ao lado da pousada (não na pousada, mas ao lado, em direção oposta à da praia). Apesar de não ter sido uma experiência desasgradável (longe disso), não foi dos melhores pratos que comi. Não sei se foi pela qualidade do mesmo, pela grande expectativa ou por eu já estar um pouco cansado de tanta comida baiana (o que acho uma hipótese bem improvável)...
E por fim vale a pena comentar sobre uma opção na rua de trás, atrás do Subway. Conversamos rapidamente com a cozinheira durante a semana e tivemos a impressão de se tratar de um lugar de boa qualidade e preços mais baixos. Mas em nenhum dia de nossa viagem conseguimos sentar lá para provar os seus pratos.
Praia do Porto vista a partir do Projeto Tamar
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